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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Cachaça ainda mais nacional

Mais nacional ainda. É isso que mostra estudo sobre o envelhecimento da cachaça realizado pela USP.

Mas como assim? É possível?

É sim. Acontece que uma das madeiras mais utilizadas no envelhecimento da cachaça – e de bebidas como vinho, whisky e outras – é o carvalho, não natural em nosso país. O envelhecimento nesta madeira garante cor dourada e sabor suave, agradável, de baixa acidez e levemente adocicado.

Segundo o estudo, madeiras de origem brasileira trazem características semelhantes ao uso do carvalho, sendo alternativas mais econômicas e resultando em uma caninha 100% brasileira. Confira!




Cachaça genuinamente nacional

Espécies de madeiras nativas destacaram-se como uma alternativa mais econômica ao uso do carvalho no processo de envelhecimento da bebida 


A mistura criteriosa e harmônica de cachaças envelhecidas ou armazenadas em toneis de diferentes tipos de madeiras resulta em uma grande variedade de cores, aromas, sabores e texturas da bebida. Essa técnica, conhecida como blend, permite melhorar as características sensoriais e econômicas do produto, além de dar-lhe personalidade. Para analisar o perfil químico de cachaças envelhecidas em toneis de madeiras brasileiras que, por sua vez, são mais econômicas, um estudo foi realizado na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).

A pesquisa foi desenvolvida no Laboratório de Tecnologia em Qualidade Química de Bebidas, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da ESALQ e envolveu as pesquisadoras Aline Marques Bortoletto e Lethicia Suzigan Corniani, sob orientação do professor André Ricardo Alcarde. Na prática, identificaram os congêneres e marcadores de maturação do envelhecimento em bebidas alcoólicas por cromatografia líquida de alta eficiência: coniferaldeído, vanilina, ácido vanilico, sinapaldeído, siringaldeído e ácido siringico, ácido gálico, furfural e 5-hidroximetilfurfural.

Segundo Aline, a indicação de misturas (50:50) justificou-se pela diferença entre os perfis químicos dos marcadores de envelhecimento, os quais foram gerados a partir de barris de madeira de perfil nacional, a fim de analisar qualidade e intensidade. “A cerejeira e o jequitibá-rosa demonstraram possuir congêneres de complexidade e intensidade, mas com perfis diferentes, já que a cerejeira tem concentrações mais altas de sinapaldeído”, conta.

Lethicia participou da segunda parte do trabalho, na qual foram testados blends de cachaças envelhecidas com as diferentes espécies de madeiras nativas em comparação com o carvalho americano. De acordo com a estudante, a cachaça envelhecida em carvalho foi a amostra que mais se destacou. “Mesmo assim o jequitibá-rosa tem perfis de sabor muito parecidos com os do carvalho e das concentrações mais altas de coniferaldeído. A cerejeira e o jequitibá-rosa apresentaram-se como ótimas alternativas ao uso do carvalho, uma vez que são espécies nativas e economicamente viáveis”.

Premiação – O estudo, que contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), foi inscrito na 10ª edição do Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos (SLACA), que aconteceu de 4 a 6 de novembro, em Campinas (SP). Entre os 1.774 trabalhos inscritos na área de Ciências e Tecnologia dos Alimentos, três foram premiados. O trabalho intitulado Sugar Cane Spirit Blended With Different Tropical Wood and OAK (Blends de cachaças envelhecidas em diferentes madeiras tropicais e carvalho), apresentado por Lethicia, conquistou o 2º lugar.

A primeira parte do projeto também rendeu publicação na revista Food Chemistry (Qualis A1) e pode ser consultada na íntegra em http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0308814613000228.



Fonte: Assessoria de Comunicação USP ESALQ


terça-feira, 19 de novembro de 2013

19 de novembro: Dia da Bandeira Nacional


Hoje, dia 19 de novembro, comemora-se o Dia da Bandeira Nacional. E tem algo mais nacional do que nossa bebida? E tem forma melhor de divulgar a brasilidade mundo afora do que com nossa caninha? Ela já se tornou o que está no Hino à Bandeira, nosso “Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil!”.

É certo que o Brasil tem crescido e ganhado cada vez mais destaque internacional. Um dos produtos mais apreciados e difundidos lá fora é a cachaça – tanto artesanal quanto industrial. Essa valorização tem alguns motivos: o reconhecimento da bebida como algo tipicamente brasileiro, que fez com que se tornasse objeto de desejo de diferentes públicos.

Segundo dados do Programa Brasileiro de Desenvolvimento da Cachaça (PBDC), o produto da cana-de-açúcar é o segundo mais consumido no Brasil, atrás apenas da cerveja. Devido a esse crescimento no consumo, surge a necessidade de padronização e qualificação da produção.

Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a indústria produz cerca de 1,2 bilhão de litros da bebida por ano. Em 2012, 8 milhões de litros foram exportados, o equivalente a 0,66% do total.

Em 11 de abril de 2013, a cachaça passou a ser comercializada como produto exclusivamente brasileiro nos EUA.

Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana.


E viva a bandeira, a cachaça e o Brasil!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Natal com cachaça!


E quem foi que disse que cachaça não é presente?

Há muito tempo nosso produto já figura entre as bebidas mais importantes do mundo e merece ser respeitada sim.

No Natal já virou tradição: dá cachaça de presente e ainda usa a bebida no preparo dos drinks e do tradicional peru! Como assim usa no preparo do peru? É isso mesmo, o peru e a cachaça tem uma longa tradição juntos. Confira nosso texto!

E para quem já quer garantir o presente no final do ano, o Clube já prepara diferentes kits para fazer bonito neste Natal.


Para outras informações você também pode entrar em contato conosco - contato@clubedoalambique.com.br / (11) 4195-3813.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Clube do Alambique chega a Brasília para fomentar a disseminação da cultura da cachaça


Empresa promove a troca de informações e experiências sobre o destilado nacional


Produto reconhecidamente brasileiro, a cachaça tem se tornado, cada vez mais, sinônimo de boas oportunidades dentro e fora do país. Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana. Ampliando sua atuação na disseminação da cachaça, o Clube do Alambique chega a Brasília e ratifica o trabalho já reconhecido em São Paulo.

A despeito do preconceito ainda existente com relação ao destilado nacional, o produto nunca esteve tão em alta. Hoje, a bebida é saboreada no Brasil e no mundo por pessoas de diferentes classes sociais e poder aquisitivo. Os apreciadores exigentes descobriram o prazer de degustar uma boa cachaça.

É pensando neste novo panorama que o Clube do Alambique viaja o Brasil e seleciona, por meio de pesquisa e avaliação, cachaças de excelência de diversos produtores.

Segundo Ariana Gomes de Souza, proprietária do Clube do Alambique, Brasília possui um mercado estratégico para promoção da bebida nacional. “Estávamos estudando a possibilidade de implementar nosso trabalho em vários Estados, em especial os que receberão a Copa do Mundo. Percebemos que a capital nacional possui poucos rótulos na maioria dos estabelecimentos, queremos divulgar as cachaças selecionadas pelo país e fazer com que outros brasileiros conheçam a grande diversidade e qualidade da bebida nacional”, conta. A empresária lembra, ainda, que a chegada à capital federal coincide com o Dia Nacional da Cachaça, celebrado em 13 de setembro. "É uma oportunidade para brindarmos a data, marcando nossa presença na região".

Entre as iniciativas de promoção da bebida brasileira, o Clube faz parcerias com bares, restaurantes e empórios promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Oferece ainda dicas sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos, os elementos da análise sensorial da cachaça e seu uso na culinária e em drinques.

“Contamos também com carta de cachaça em inglês e português, de modo a unir diversos públicos – leigos e apreciadores –, temos ainda a proposta de fazer um trabalho de disseminação, promovendo a venda contínua da bebida dos pequenos produtores que têm dificuldades comerciais e de divulgação da cultura da mesma”, comenta Ariana.

Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), são produzidos cerca de 1,2 bilhão de litros de cachaça no Brasil anualmente. Em 2012, pouco mais de 8 milhões de litros foram exportados, aproximadamente 0,66% do total. Os produtores esperam que o reconhecimento da cachaça como bebida exclusivamente brasileira por parte dos EUA no último ano, impulsione as exportações do destilado da cana-de-açúcar.


Sobre o Clube do Alambique

A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.


Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.

Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.

Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.

Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Presentinhos especiais para os Pais!

Seja qual for o perfil do seu pai, uma das coisas mais gostosas é poder brindar com ele e comemorar o Dia dos Pais. E nada melhor do que uma bebida 100%  brasileira na hora do brinde, certo? 

O indicado é uma bebida de qualidade, exclusiva, ou seja, cachaça de alambique com os sabores diferenciados que o envelhecimento traz, selecionada por quem conhece e pesquisa a fundo o nosso destilado.

Se você ainda não comprou o presente ou ainda não pensou na comemoração, o Clube do Alambique te ajuda a não fazer feio no Dia dos Pais. Confira nossas dicas e deixe as suas sugestões:

  • Para começar bem tem que ter nossas cachaças selecionadasGogó da Ema e Sanhaçu
  • Na hora do brinde tem que ter um cálice com a boca em um diâmetro menor, que preserva o aroma e sabor da bebida
  • Na hora de beber não existe regra, você também pode dar copinhos divertidos para o seu pai e ver quem é profissional e que ainda é calouro!
  • Já o kit caipirinha é indispensável para qualquer apreciador do destilado mais que brasileiro.
Acha que faltou alguma outra dica importante. Deixe nos comentários e parabéns a todos os papais!










sexta-feira, 28 de junho de 2013

Clube do Alambique promove Confraria da Cachaça em Itaquaquecetuba

Parte da arrecadação será destinada para projetos sociais




Cachaça tem sabor, qualidade e importância para ser a bebida do planeta. É com isso em mente que o Clube do Alambique trabalha na disseminação da cultura e apreciação do destilado típico de nosso país. Comprovando que a bebida é para todos, a empresa organiza, em 6 de julho, a Confraria da Cachaça, em parceria com o Museu da Cachaça Roda D’Água.

“Nosso propósito é mostrar que a cachaça combina com diferentes tipos de ambientes e pratos da culinária mundial, disseminando a cultura e a apreciação de nossa bebida”, conta a proprietária do Clube do Alambique, Ariana Gomes de Souza.

A ideia do evento é reunir desde especialistas até leigos no assunto, promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Além de apresentar o universo do destilado aos diferentes públicos, a confraria também trará informações sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos e seu uso na culinária e em drinques e ainda apresentará os elementos da análise sensorial da cachaça. Por se tratar de uma bebida complexa, visão, olfato e paladar devem ser utilizados em sua apreciação.

Parte da arrecadação será destinada para a Casa da Criança Zenaide de Souza Lima e APAE de Itaquaquecetuba. Agasalhos e cobertores em bom estado também serão aceitos para doação.

Segundo Ariana Gomes, ainda falta o brasileiro reconhecer a qualidade da bebida nacional. “O mundo inteiro já descobriu o valor da cachaça, usando-a em coquetéis e na gastronomia, muito além da caipirinha”, conclui.

As melhores cachaças do Brasil poderão ser degustadas em um almoço com o cardápio especial de costela grill, refrigerantes, caipirinhas, drinks e água.

O evento é realizado em parceria com o Museu da Cachaça de São Paulo, localizado em Itaquaquecetuba, no Alto do Tietê. Inaugurado em 21 de setembro de 2012, é resultado da união de duas coleções particulares que somam mais de 2.800 rótulos de cachaças e mais de 500 miniaturas, em prateleiras dispostas em forma de chalé sapê. O Clube do Alambique colabora com o aumento dos rótulos solicitando aos produtores uma amostra para doação, que fica em exposição no museu.


A Confraria de Cachaça de Itaquaquecetuba acontecerá em 6 de julho, das 11h30 às 16h, no Museu da Cachaça Roda D’Água. O investimento é de R$ 45.


Sobre o Clube do Alambique

A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.

Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.

Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.

Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.

Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!


Confraria da Cachaça

Data: sábado, 6 de julho, das 11h30 às 16h
Local: Museu da Cachaça Roda D’Água – Estrada do Pinheirinho, 2036 – Itaquaquecetuba, - SP
Investimento: R$45,00
Convites: (11) 4195-3813/ confraria.cachaca@clubedoalambique.com.br

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Clube do Alambique no SESC Pinheiros


Neste mês, o Clube participou de uma série de eventos sobre a cachaça no SESC Pinheiros, na cidade de São Paulo.

Ariana Gomes de Souza, do Clube do Alambique, e a renomada chef Elzinha Nunes, do restaurante Dona Lucinha, mostraram um pouco da história e universo da bebida aos participantes do evento.

Quem conferiu a palestra pôde anotar as preciosas dicas de como utilizar a bebida no preparo de diferentes pratos, além de sua harmonização desde a entrada até o cafezinho e a sobremesa, passando, é claro, pelo prato principal.

O evento também contou com a ilustre presença de nossas cachaças selecionadas e parceiras: Sanhaçu e Gogó da Ema.

A programação do Sesc Pinheiros com a temática "Cachaça: Um Bem Brasileiro" teve degustações, palestras e workshops de receitas gratuitos. Além da participação de Ariana e Elzinha Nunes, o evento contou com a palestra "História da Cachaça", ministrada pelo chef Maurício Maia, seguida de uma degustação. Maia também comandou, no dia 16, a harmonização "Comida de boteco e cachaça".

A Virada Cultural também foi tema do ciclo, com participação de Bel Coelho no evento "Fogão cultural", desenvolvendo uma receita que tem a bebida como ingrediente principal.

Confira algumas fotos!



















Com informações da Folha de S. Paulo


terça-feira, 28 de maio de 2013

Aquecimento para festas juninas: quentão para driblar o frio

frio já está batendo e Junho se aproxima. Dois ingredientes perfeitos para degustar das delícias das festas juninas. Quando envolve cachaça então... Fica tudo mais gostoso e ainda ajuda a driblar o frio.


Além das guloseimas tradicionais, não pode faltar a bebida que é a cara da época: o quentão! Cada um tem sua preferência, mas muitos defendem que o verdadeiro quentão é aquele feito com cachaça e especiarias, enquanto o de vinho seria chamado de vinhão, ou simplesmente, vinho quente.



Ficou com vontade? Aprenda só esta receita super fácil e rápida!



Continue acompanhando nossas dicas, traremos outras tentações para as festas juninas e para aproveitar o friozinho!



Quentão de cachaça



Ingredientes

1 1/2 xícaras de açúcar
1 1/2 xícara de água
50 g de gengibre cortado em fatias finas (1/4 de xícara)
3 limões cortados em rodelas
4 xícaras de cachaça
3 cravos da índia
2 pedaços pequenos de canela em pau


Modo de preparo:
Aqueça o açúcar em fogo alto, mexendo de vez em quando até caramelizar.


Junte todos os ingredientes menos a cachaça e ferva mexendo até dissolver o açúcar.

Junte a caninha, com cuidado, de preferência fora do fogo para não incendiar, misture e deixe ferver em fogo baixo por 3 minutos.

Sirva em caneca de barro ou louça, pois as de metal tiram um pouco o sabor do quentão.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Cuidado na hora de comprar sua caninha!


Muito cuidado na hora de comprar sua caninha! Tenha certeza da procedência da bebida que está levando para casa e consumindo. Além de existirem muitos alambiques e produtores ilegais da cachaça, outros golpes também são aplicados.

Em recente golpe, bandidos compravam cachaça baratas e revendiam como se fossem marcas famosas em mercados de Belo Horizonte, Montes Claros, cidades do sul da Bahia e capital paulista.

Esta é uma das grandes lutas e responsabilidades do Clube de Alambique em sua missão de propagar a cultura de apreciação do nosso destilado legítimo. Viajamos o Brasil inteiro buscando e selecionando produtores com altos padrões de qualidade e levando seus produtos para diferentes lados do Brasil.

Uma série de cuidados devem ser levados em conta na hora de comprar sua caninha. Uma delas é verificar se a cachaça é registrada no Ministério da Agricultura. Essa informação geralmente fica no verso do rótulo da bebida juntamente com outros dados, como o endereço do alambique. O registro mostra que o produto está de acordo com a legislação nacional e segue os padrões de qualidade.

Confira outras dicas para levar em conta na hora de comprar e avaliar sua caninha e também matéria da Folha de S. Paulo sobre a fraude nas bebidas.




Cachaça falsa era vendida por até R$ 1.000 em Minas, Bahia e SP


Cachaças compradas por R$ 5 a R$ 10 em Salinas (norte de Minas Gerais) eram vendidas como se fossem de marcas famosas por até R$ 1.000 em mercados de Belo Horizonte, Montes Claros, cidades do sul da Bahia e na capital paulista.

A polícia suspeita que o esquema era comandado havia pelo menos três anos por Claudemiro Modesto da Silva, 50, preso em flagrante na sexta-feira (10) durante a "Operação Aguardente".

Na casa de Claudemiro, em Salinas, a polícia encontrou cerca de 400 garrafas de cachaças falsas (prontas para venda) e mais de mil rótulos das marcas Indaiazinha, Havana, Canarinha, Nova Aliança e Anísio Santiago, as mais sofisticadas do Brasil e produzidas na cidade mineira.

Segundo a polícia, após comprar as cachaças baratas, Claudemiro colocava rótulos falsos, supostamente fabricados em gráficas de Montes Claros e Belo Horizonte.

Ele vendia falsificações da marca Canarinha saíam por R$ 70 a R$ 80; já as da Havana, por até R$ 400. Depois, ela era revendida por R$ 1.000 em casas especializadas em cachaça --o mesmo valor da original.

O delegado José Eduardo dos Santos, de Salinas, desconfia que Claudemiro atuava junto com outras pessoas. "Na delegacia, ele [Claudemiro] preferiu ficar calado."

Defensor de Claudemiro, o advogado Dairton dos Anjos não foi localizado pela Folha.

A polícia chegou até o suspeito após denúncias de fabricantes de cachaças. As investigações foram iniciadas há oito meses.

Fabricante da marca Canarinha, Eilton Santiago Soares, que tinha a informação que seu produto estava sendo falsificado, disse que há três anos vem observando a venda de cachaças falsas nos mercados centrais de Montes Claros e Belo Horizonte. "Nesse tempo, tive prejuízo de uns R$ 80 mil", afirmou Soares.

"Já falei com ele [Claudemiro] várias vezes sobre as falsificações, mas ele sempre negava, dizia que não tinha nada a ver, e a gente não podia fazer muita coisa porque não tinha prova de que ele era o falsificador", completou.

Outro fabricante, Osvaldo Santiago, dono das marcas Havana e Anísio Santiago, disse que amigos, por diversas vezes, compraram as falsificações em casas especializadas de São Paulo e Minas Gerais.

"Eles compravam e traziam pra me mostrar", disse Santiago, sem estimar o prejuízo.

Para combater as falsificações, os fabricantes de cachaça de Salinas estudam implantar, a partir de julho, um selo de indicação geográfica, que atesta que a cachaça foi produzida em certo local.

A colocação do selo nos rótulos foi autorizado ano passado pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

"O selo não é imune à falsificação, mas sem dúvida dificultará em muito a ação de falsificadores", disse o presidente da APACS (Associação de Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas), Nivaldo Gonçalves das Neves.

Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 7 de maio de 2013

Cachaça no seriado "The Big Bang Theory"


Uma inusitada ação de marketing colocou a Cachaça 51, produzida pela Companhia Müller de Bebidas, em um episódio de The Big Bang Theory, um dos seriados de maior audiência da televisão americana.

A ação bem sucedida só reforça o que já temos falado sobre a crescente valorização do nosso produto no exterior. Esse tipo de ousadia é importante e necessária, estimulando outras grandes marcas a fazerem o mesmo, conquistando espaço no mercado internacional.

Confira o teaser do episódio e matéria da Folha de S. Paulo sobre a ação.


Ação de marketing coloca garrafa de Cachaça 51 no seriado 'The Big Bang Theory'


Os americanos mais atentos que assistiram ao episódio do seriado "The Big Bang Theory" na quinta passada, no canal de televisão CBS, se depararam com um produto inusitado na cozinha do apartamento da personagem Penny: uma garrafa de 51.

O "placement" --divulgação de um produto colocando-o de forma "orgânica" no cenário, como se ele fizesse parte da decoração-- foi criado e desenvolvido pela agência 3 Apitos e produtora de conteúdo Monarca Group.

No Brasil, o 21º episódio da sexta temporada ("The Closure Alternative") foi transmitido pelo canal de TV a cabo Warner Channel na terça (30) à noite --a série também é transmitida pelo SBT.

Segundo a Cia. Müller de Bebidas, dona da Cachaça 51, o episódio foi assistido nos Estados Unidos por 15,05 milhões de pessoas e a bebida apareceu em três cenas.

RECONHECIMENTO
O episódio foi exibido nos EUA duas semanas após o país reconhecer oficialmente a cachaça como produto genuinamente brasileiro --antes, tinham de ser vendidas com o selo "brazilian rum".

A decisão foi anunciada pelo governo norte-americano em março, fruto de um pedido feito pelo Brasil em 2001.

Sócio da 3 Apitos e um dos responsáveis pela campanha, Paulo Pontes diz que a ideia é valorizar a marca nacionalmente. "[A ideia é acabar com] esse estigma de vira-lata do brasileiro, de não se apropriar do que é seu, de criticar a própria bebida."

"No exterior, a 51 custa mais de US$ 20 [R$ 40]. É uma marca que representa o Brasil lá fora." Nos supermercados brasileiros, o produto sai por menos de R$ 5.

OUTRAS SÉRIES
Pontes diz que a ideia foi apresentada à 3 Apitos pela Monarca Group, do gaúcho Anselmo Martini, ganhador do programa "O Aprendiz 3", e vinha sendo desenvolvida desde o começo deste ano.

"Ele [Anselmo] apresentou o projeto de expor marcas brasileiras nos EUA", diz o publicitário. Inicialmente, a ideia incluía a possibilidade de filmes em Hollywood.

"Queríamos uma série de impacto. Entre as opções estudadas, estavam 'Two And A Half Men' e 'How I Met Your Mother'", afirma Pontes.

Ele diz que o retorno da ação foi positivo. "Agora é estudar qual vai ser a nossa linha de atuação", afirma. "É uma coisa muito nova ainda. A gente precisava ter um primeiro retorno."

Questionado sobre o custo da ação, Pontes não quis falar em valores. Mas ressaltou que a ação "é mais acessível do que parece". "É até mais barato que anunciar em algumas mídias nacionais."


Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 23 de abril de 2013

Palestra no Restaurante Trindade


E a agenda de palestras do Clube não para. Mais ainda: a diversidade de restaurantes, bares, empórios só mostra que nossa bebida tem chegado aos diferentes públicos e conquistado os paladares mais requintados.

Seja com um pizza, um petisco de boteco, uma comida portuguesa e muito mais, nossa bebida harmoniza e dá um toque especial aos diferentes pratos.

Dessa vez estivemos no Restaurante Trindade e pudemos passar um pouco de nosso conhecimento sobre a cachaça aos colaboradores do elegante espaço de culinária portuguesa.

Quer tradição e modernidade ao mesmo tempo? O camarão com lâminas de alho, azeite e lascas de bacalhau e o Bacalhau Nunca Chega (bacalhau desfiado, azeitonas pretas e presuntos) são uma boa pedida para harmonizar com uma caninha brasileira!

O Restaurante Trindade fica na Rua Amauri, 328 – Itaim Bibi. Os telefones para contato são (11) 3079-4819 / (11) 3079-4861.

Confira algumas fotos do encontro e veja o álbum completo aqui - http://goo.gl/M6WLK

  










quinta-feira, 11 de abril de 2013

11 de abril de 2013: dia de brindar com cachaça

É hoje!

Há cerca de um ano temos falado sobre o processo de reconhecimento da cachaça como bebida 100% brasileira por parte dos EUA. Agora é pra valer: hoje, 11 de abril de 2013, entra para a história do nosso país como o dia em que o nosso destilado passa a ser comercializado como produto exclusivamente nacional.

Para quem ainda não sabe, o Clube do Alambique já havia falado aqui sobre os problemas da falta de legalização do nosso produto que desde o ano 2000 é exportado com a inscrição “Brazilian Rum” (Rum Brasileiro) em seu rótulo, já que na classificação é levada em conta a matéria prima do produto. Apesar das duas bebidas serem feitas de cana-de-açúcar, existem grandes diferenças nas composições físico-químicas e sensoriais. 


Em abril de 2012 houve uma troca de cartas assinadas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk. Por meio disso, os Estados Unidos se comprometeram a reconhecer a cachaça como produto exclusivo e tipicamente brasileiro. Em contrapartida, o Brasil faria o mesmo com os uísques Bourbon e Tenessee. 

Acompanhe notícia do Portal UOL sobre a questão e confira muitos motivos para se comemorar e brindar com a branquinha!




Brasil ganha exclusividade do nome "cachaça" nos EUA



A partir da próxima quinta-feira (11), a cachaça passa a ser vendida nos Estados Unidos como um produto tipicamente brasileiro. Isso significa que, para ser chamada de cachaça, a bebida terá de ser produzida no Brasil.

Desde 2000, os americanos comercializavam a bebida com o rótulo de "rum brasileiro" e produtos fabricados em outros países, principalmente da região do Caribe, eram, muitas vezes, confundidos com a cachaça. 

O reconhecimento foi resultado de uma negociação de mais de uma década entre os governos dos dois países. Em contrapartida, o Brasil passará a reconhecer outros dois produtos como genuinamente americanos: o uísque bourbon e o uísque tennessee. 

"A medida evita que a cachaça vire um destilado genérico, como a vodka, que antes era produzida só na Rússia e hoje é feita no mundo todo", diz Vicente Bastos, presidente da diretoria executiva do Instituto Brasileira da Cachaça (Ibrac). 



País luta por reconhecimento na OMC 
A medida abre precedente para que outros países também reconheçam a cachaça no futuro. Além dos EUA, apenas a Colômbia fez esse reconhecimento oficialmente. Nesse caso, não houve necessidade de acordo: a decisão foi tomada de forma voluntária pelo país latino-americano.

Medidas regionais como essas podem ajudar a cachaça a ganhar a denominação de origem da Organização Mundial do Comércio (OMC), afirma César Rosa, CEO da Velho Barreiro e presidente do conselho do Ibrac. Isso garantiria o reconhecimento no mundo todo, como já acontece, por exemplo, com a tequila, do México, e o uísque escocês, da Escócia.


Exportações atingem apenas 1% da produção 
Os Estados Unidos são o maior mercado de destilados do mundo e estão entre os principais compradores de cachaça. De maneira geral, porém, as exportações do produto ainda são bastante tímidas.

Segundo dados do Ibrac, a indústria produz cerca de 1,2 bilhão de litros de cachaça por ano. Em 2012, cerca de 8 milhões de litros foram exportados, ou cerca de 0,66% do total.

O reconhecimento por parte do governo americano também deve fazer com que, no longo prazo, as exportações aumentem. Bastos estima que, em cinco anos, o valor das exportações possa mais do que triplicar, chegando a US$ 50 milhões; em 2012, foram US$ 15 milhões.


Estrangeiro só conhece caipirinha 
Um dos obstáculos para o aumento das exportações, porém, é o fato de os estrangeiros desconhecerem a cachaça. As vendas no exterior ainda são quase totalmente associadas à caipirinha.

"Se você pergunta ao consumidor lá fora do que é feita a caipirinha, ele não sabe. Ele acha que pode ser feita com qualquer destilado", diz Darleize Barbosa, gerente de exportação da Companhia Müller de Bebidas, fabricante da cachaça 51.

Até por isso, as empresas têm dificuldade de vender, lá fora, produtos premium, que são mais caros e são a mais recente aposta dos grandes fabricantes no mercado interno.

Na tentativa de educar o consumidor americano, a fabricante Pitú mantém, nos Estados Unidos, uma profissional que "dá aulas" sobre o produto para distribuidores da Flórida e de Nova York. "Ela ensina o que é a cachaça e como pode ser consumida", diz a diretora de comércio exterior da Pitú, Vitória Cavalcanti. 

Para os fabricantes, a realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil vai ajudar a tornar a bebida mais conhecida. "O potencial é grande, e o consumidor tem desejo de conhecer o produto. Todos estão perguntando sobre a cachaça", diz Eduardo Bendziu, diretor de marketing da Ypióca. A empresa pertence ao grupo britânico Diageo, produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff. 


Fonte: UOL

sexta-feira, 8 de março de 2013

Cachaça é "Bebida de Mulher"


Você ainda acha que cachaça é algo do universo masculino? Pois está na hora de repensar algumas coisas!

Já faz um bom tempo que nossa bebida conquistou diferentes públicos, ambientes e apreciadores cada vez mais sofisticados.

Mais: as mulheres, com sua sensibilidade extra, degustam, sentem e reconhecem bem melhor os distintos aromas e sabores da cachaça. Elas apreciam cada nuance do processo de produção, fermentação e envelhecimento por meio do paladar mais apurado.

Quer mais provas? Elas são criativas e adoram inovar! Com isso, buscam cada vez mais novos prazeres aliados aos diferentes pratos harmonizados com cachaças distintas.

"Uma mulher pode ficar charmosa bebendo cachaça" foi a frase dita por um jornalista carioca ao terminar de fazer uma reportagem com a cachacière Fernanda Nepomuceno. Aliás, cachacière é um termo específico para elas.

Em texto publicado no Mapa da Cachaça, Gabriela Barreto busca no início da história de nosso país mais provas de que cachaça é sim, bebida de mulher! “Não é de hoje que as mulheres estão envolvidas com cachaça. Em Minas Gerais, nos tempos de um Brasil colonial, muitos alambiques foram fundados por mulheres que encontravam no destilado uma alternativa de ganhar dinheiro enquanto seus maridos trabalhavam nas minas. Ainda hoje, percebemos que diversas cachaças são produzidas por mulheres”.

Foi por perceber que as mulheres estão dominando o mercado de cachaça que Ariana Gomes de Souza, do Clube do Alambique e a Chef de cozinha Elzinha Nunes se uniram e criaram a Confraria Feminina da Cachaça. “O propósito da Confraria é disseminar a cultura da apreciação da bebida, quebrando vários tabus ao mesmo tempo, mostrando que não é só ‘bebida de homem’ e que pode sim combinar com o universo feminino e ambientes requintados”, comenta.

Confira matéria do Programa Hoje Tem, da TV Gazeta sobre o evento.




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Análise Sensorial da Cachaça


Continuando a série de vídeos do Clube do Alambique, apresentamos desta vez nossas dicas para a análise sensorial da cachaça.

No novo vídeo, Ariana Gomes de Souza ensina como fazer a análise e escolher uma boa caninha. Por se tratar de uma bebida complexa, visão, olfato e paladar devem ser utilizados na apreciação do destilado 100% brasileiro!

Quer mais? Separamos algumas outras dicas para levar em conta na hora de comprar e avaliar sua caninha. Sempre lembrando que degustar não é se embebedar! É apreciar o prazer que a bebida proporciona e aguçar os nossos diferentes sentidos. Boa degustação!





Aparência 

A análise sensorial de uma cachaça começa na prateleira do supermercado. O consumidor, não conhecendo ainda os atributos de aroma, sua opção inicial baseia-se na aparência do produto, tais como: embalagem, formato, rótulo e contra-rótulo, fechamento e conteúdo do rótulo. Nesta observação é fundamental que a garrafa seja transparente, para verificar se a cachaça tem a aparência limpa, brilhante e translúcida

Oleosidade 

Virando e girando o copo, de modo a levar a cachaça até as suas bordas, deve-se constatar uma película oleosa em torno das paredes internas, que escorre formando ondulações. O tempo de persistência maior dessas ondulações é indicação de qualidade. Cachaças que não apresentam “oleosidade” escorrem rapidamente nas paredes do copo, semelhante à água. 

Cor da Cachaça 

Um aspecto importante é a cor. A cachaça branca dever ser transparente e brilhante; as turvas denotam defeitos de fabricação e qualidade inferior. Quando envelhecida em tonéis de madeira, a bebida adquire a cor amarelada ou rosada. As colorações amarronzadas e avermelhadas fogem do padrão tradicional do produto. 

Aroma 

O aroma pode conter três componentes: o primário é proveniente da cana-de-açúcar; o secundário é associado ao processo fermentativo e o terciário é desenvolvido por meio do envelhecimento ou armazenamento

Há quem diferencie os diferentes tipos de aroma em outras categorias, como alcoólico, frutal, ácido, adocicado e estranho:

a) Frutal: indica a presença de ésteres;

b) Alcoólico: não deve ser acentuado, de maneira a permitir a percepção dos demais aromas; 
c) Ácido (azedo): deve ser discreto; quando acentuado indica qualidade inferior; 
d) Adocicado: da mesma forma que o alcoólico e ácido, este aroma também não deve se destacar;
e) Estranho: os aromas estranhos, tais como: cheiro de madeira, ovo podre, couro, etc, alertam para a presença de substâncias indesejáveis no produto. 

A cachaça de qualidade tem aroma agradável, que envolve os aspectos frutado, alcoólico, ácido e adocicado de maneira equilibrada. A pungência ou ardência verificada na inalação não dever ser acentuada de maneira a irritar a mucosa nasal.


Paladar 
Para análise das características gustativas, coloca-se um gole na boca e com ele realiza-se movimentos para senti-la em todas as partes da língua e bochecha

Na ponta da língua identifica-se o paladar adocicado; nas laterais, a sensação de acidez e, em sua base, próximo à garganta, o amargo e, finalmente, na sua parte central, região táctil, as sensações de calor ou frescor.

Tanto em aroma quanto em paladar, o atributo frutal ou frutado é o mais adequado.

A cachaça ao ser ingerida deve “descer bem”, de modo suave, sem queimar, deixando uma sensação positiva de energia e calor.

Neste caso, recebe os atributos de redonda, macia, suave e lisa.


Fontes: Amigos da Cachaça e “Cachaça artesanal – do alambique à mesa”, de Atenéia Feijó e Engels Maciel


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Clube do Alambique organiza Confraria de Cachaça de Americana


 Evento promete reunir especialistas e entusiastas da bebida nacional 

Com o tema “Será a cachaça a bebida do planeta?”, o Clube do Alambique, em parceria com o Boteco Zara, organiza a Confraria de Cachaça de Americana, que acontecerá na próxima terça-feira, 26 de fevereiro.
“Nosso propósito é mostrar que a cachaça combina com diferentes tipos de ambientes e pratos da culinária mundial, disseminando a cultura e a apreciação de nossa bebida”, conta a proprietária do Clube do Alambique, Ariana Gomes de Souza.
Além de apresentar o universo do destilado aos diversos tipos de público, a confraria contará com informações sobre a história e as características da bebida, como a harmonização com diferentes pratos e seu uso na culinária e em drinques.
Segundo Ariana Gomes, ainda falta o brasileiro reconhecer a qualidade da bebida nacional. “O mundo inteiro já descobriu o valor da cachaça, usando-a em coquetéis e na gastronomia, muito além da caipirinha”, conclui.
A Confraria de Cachaça de Americana acontecerá na próxima terça-feira, 26 de fevereiro, às 20h, no Boteco Zara.

Sobre o Clube do Alambique
A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.
Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006, com a plantação do canavial e a construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.
Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.
Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira e oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo o Brasil.
Com o objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundaram, em 23 de julho de 2010, a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA e AMIGOS!

Serviço
Confraria de Cachaça de Americana
Data: terça-feira, 26 de fevereiro, às 20h
Local: Rua Riachuelo, 508 – Santa Catarina – Americana (SP)
Telefone: (19) 3604-9315 / (19) 9707-5866