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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Mercado de cachaça no programa Bom dia Campo do Canal Rural.


Clube do Alambique falando do mercado de cachaça no programa Bom dia Campo do Canal Rural. Entrevista do reconhecimento da valorização da cachaça no mundo! Para quem ainda não viu, colocamos aqui a matéria que o Bom dia Campo do Canal Rural. 

Confira a excelente matéria que, além de muita informação sobre cachaça, em entrevistas com o Clube do Alambique.

Mercado de cachaça brasileira cresce no mundo.

Mercado da cachaça e as oportunidades da Copa do Mundo 2014

Estima-se que existam cerca de 40.000 produtores, com uma média de 4.000 marcas de cachaça no país. Especialista Ariana Gomes de Souza trabalha na disseminação da bebida para os diferentes públicos.
Poucas coisas fazem parte da cultura e história brasileiras há tanto tempo e com a mesma intensidade quanto a cachaça. O principal ingrediente da caipirinha leva o nome, os sabores e os aromas do nosso país mundo afora.
A despeito do preconceito ainda existente com relação ao destilado nacional, o produto nunca esteve tão em alta. Hoje, a bebida é saboreada no Brasil e no mundo por pessoas de diferentes classes sociais e poder aquisitivo. Os apreciadores exigentes descobriram o prazer de degustar uma boa cachaça.
O setor de cachaça movimenta por ano cerca de R$ 7 bilhões nas estimativas do Centro Brasileiro de Referência da Cachaça (CRBC). No entanto, alguns velhos hábitos estão sendo mudados com o tempo. Enquanto a indústria de cerveja investe R$ 600 milhões em marketing, a cachaça investe R$ 25 milhões. Deste valor, 90% é da cachaça industrial, segundo dados do CRBC.
Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana.
É pensando neste novo panorama que o Clube do Alambique viaja o Brasil e seleciona, por meio de pesquisa e avaliação, cachaças de excelência de diversos produtores.
Entre as iniciativas de promoção da bebida brasileira, o Clube faz parcerias com bares, restaurantes e empórios promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Oferece ainda dicas sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos, os elementos da análise sensorial da cachaça e seu uso na culinária e em drinques.

 Informações e números sobre a cachaça:

·  Estima-se que existam cerca de 40.000 produtores, com uma média de 4.000 marcas de cachaça no país, que, juntos, exportam para um mercado que engloba entre 50 e 60 países. O principal deles é o europeu, com destaque para a Alemanha.
·  Em abril de 2012 houve uma troca de cartas assinadas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk. Por meio disso, os Estados Unidos se comprometeram a reconhecer a cachaça como produto exclusivo e tipicamente brasileiro. Em contrapartida, o Brasil faria o mesmo com os uísques Bourbon e Tenessee.
·  Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a indústria produz cerca de 1,2 bilhão de litros desta bebida por ano. Em 2012, 8 milhões de litros foram exportados, o equivalente a 0,66% do total.
·  Em 11 de abril de 2013, a cachaça passou a ser comercializada como produto exclusivamente brasileiro nos EUA.

·  Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Mercado da cachaça e as oportunidades da Copa do Mundo 2014


Estima-se que existam cerca de 40.000 produtores, com uma média de 4.000 marcas de cachaça no país. Especialista Ariana Gomes de Souza trabalha na disseminação da bebida para os diferentes públicos

Poucas coisas fazem parte da cultura e história brasileiras há tanto tempo e com a mesma intensidade quanto a cachaça. O principal ingrediente da caipirinha leva o nome, os sabores e os aromas do nosso país mundo afora.
A despeito do preconceito ainda existente com relação ao destilado nacional, o produto nunca esteve tão em alta. Hoje, a bebida é saboreada no Brasil e no mundo por pessoas de diferentes classes sociais e poder aquisitivo. Os apreciadores exigentes descobriram o prazer de degustar uma boa cachaça.
O setor de cachaça movimenta por ano cerca de R$ 7 bilhões nas estimativas do Centro Brasileiro de Referência da Cachaça (CRBC). No entanto, alguns velhos hábitos estão sendo mudados com o tempo. Enquanto a indústria de cerveja investe R$ 600 milhões em marketing, a cachaça investe R$ 25 milhões. Deste valor, 90% é da cachaça industrial, segundo dados do CRBC.
Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana.
É pensando neste novo panorama que o Clube do Alambique viaja o Brasil e seleciona, por meio de pesquisa e avaliação, cachaças de excelência de diversos produtores.
Entre as iniciativas de promoção da bebida brasileira, o Clube faz parcerias com bares, restaurantes e empórios promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Oferece ainda dicas sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos, os elementos da análise sensorial da cachaça e seu uso na culinária e em drinques.

Informações e números sobre a cachaça:
·         Estima-se que existam cerca de 40.000 produtores, com uma média de 4.000 marcas de cachaça no país, que, juntos, exportam para um mercado que engloba entre 50 e 60 países. O principal deles é o europeu, com destaque para a Alemanha.
·         Em abril de 2012 houve uma troca de cartas assinadas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk. Por meio disso, os Estados Unidos se comprometeram a reconhecer a cachaça como produto exclusivo e tipicamente brasileiro. Em contrapartida, o Brasil faria o mesmo com os uísques Bourbon e Tenessee.
·         Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a indústria produz cerca de 1,2 bilhão de litros desta bebida por ano. Em 2012, 8 milhões de litros foram exportados, o equivalente a 0,66% do total.
·      Em 11 de abril de 2013, a cachaça passou a ser comercializada como produto exclusivamente brasileiro nos EUA.
·         Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana.  

Sobre o Clube do Alambique
A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.
Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.
Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.
Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.
Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Clube do Alambique no Globo Rural


cachaça vem ganhando diferentes batalhasrompendo preconceitos e alcançando novos mercados. No entanto, muita coisa ainda precisa ser feita e a união entres os diferentes produtores é essencial neste sentido, fortalecendo a representatividade da bebida.


Matéria recente da Revista Globo Rural aborda esta questão e ainda dá destaque especial ao Clube do Alambique, mostrando a importância de nosso trabalho junto aos produtores e ao consumidor.

Confira!




Dificuldade de organização atrapalha cachaça artesanal do país, diz CRBC

Para presidente da entidade, produtores precisam se unir e ter mais representatividade
Os produtores brasileiros de cachaça precisam fortalecer sua representatividade, especialmente os micro e peqeunos. É o que diz o presidente do Centro Brasileiro de Referência da Cachaça (CRBC), José Lúcio Mendes, que também é diretor da Expocachaça, feira realizada até o próximo domingo (8/9), em São Paulo.

De acordo com Mendes, há cerca de 40 mil produtores de cachaça no Brasil, 98% são micro e pequenos. “Há mais de 40 mil produtores espalhados pelo Brasil e uma grande quantidade de entidades que precisam se relacionar melhor.”

As deficiências na organização e na representatividade setorial evidenciam problemas como informalidade no setor, explica Mendes. Dificultam também a prática comercial e a discussão de questões importantes como a tributação, segundo ele, de 33%.

Outro entrave é uma “falta de cultura” para a promoção, diz José Lúcio Mendes. “O produtor deveria reservar pelo menos um terço dos seus recursos para marketing, mas não faz isso. Quando se vê, geralmente tem uma grande empresa por trás”.

O setor de cachaça movimenta por ano cerca de R$ 7 bilhões nas estimativas do CBRC. O maior consumo no Brasil ainda é em bares e restaurantes, explica José Lúcio Mendes. Os estabelecimentos absorvem 70% da produção. Os outros 30% são colocados em outros pontos de venda, como supermercados e lojas de bebidas.

“A grande dificuldade é fazer o produto se manter na prateleira. O pequeno não faz marketing. Enquanto a indústria de cerveja investe R$ 600 milhões em marketing, a cachaça investe R$ 25 milhões e 90% é cachaça industrial”, diz Mendes.

Pouco para um setor que, segundo o presidente do CBRC, responde por 87% do mercado de destilados no Brasil, mas ainda é alvo de "preconceito". "Sempre foi considerado um produto menor. Mudar isso demora. O grande gargalo é mídia”.

Enfraquecidos, os pequenos produtores tendem a ser adquiridos pelas grandes indústrias, avalia José Lúcio Mendes, e o setor deve ficar cada vez mais consolidado. Segundo ele, as maiores distribuidoras de bebidas têm a cachaça nos seus portfólios e devem continuar ditando as regras do mercado. “Falta consciência maior da cachaça como um negócio. Entre os organizados, já existe essa consciência maior”.

Embora sejam aquém do considerado ideal, existem exemplos dessa mentalidade da qual fala o presidente do CRBC. Em Alagoas, por exemplo, desde 2007 existe a Associação dos Produtores de Cachaça do estado (Aprocal). A entidade reúne nove alambiques locais, que produzem cerca de 400 mil litros de cachaça por ano.

Presidente da Aprocal desde julho deste ano, Henrique Tenório conta que a entidade recorreu ao trabalho de consultores e realizou iniciativas de promoção da cachaça. “O setor ficou mais unido e o produto mais valorizado. Cada um tem o seu produto, mas se eles forem divulgados juntos, podem se tornar referências”.

Outra iniciativa é o Clube do Alambique, em São Paulo. Trabalhando com pequenos produtores, faz seleção de cachaças por pesquisas ou indicações de especialistas e oferece apoio para promoção da cultura da cachaça e comercialização da bebida. Um dos critérios é a viabilidade comercial em praças como São Paulo e Brasília.

Uma das donas, Ariana Souza, explica que a empresa tem atualmente cinco alambiques em seu portfólio. A meta, segundo ela, é ter pelo menos dois ou três de cada estado. “O setor precisa de mais organização. Há muitos produtores com bastante dificuldade. A parte comercial e de marketing é uma necessidade”.


Lá da Revista Globo Rural


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Clube do Alambique promove Confraria Feminina da Cachaça


Próximo encontro acontece no Elídio Bar e é aberto para homens e mulheres


Poucas coisas fazem parte da cultura e história brasileiras há tanto tempo e com a mesma intensidade quanto a cachaça. O principal ingrediente da caipirinha leva o nome, os sabores e os aromas do nosso país mundo afora. É com isso em mente que o Clube do Alambique trabalha na disseminação da cultura e apreciação do destilado típico de nosso país. Para tanto, a empresa organiza, no próximo dia 10, a Confraria Feminina da Cachaça, em parceria com o Elídio Bar.
Além de apresentar o universo do destilado, a confraria terá informações sobre a história e as características da bebida, sua produção, harmonização com diferentes tipos de pratos e seu uso na culinária e em drinques.
“A bebida nacional tem quebrado diversos tabus e hoje está nas mesas mais requintadas do mundo todo. Queremos mostrar todo seu potencial de harmonizar com diferentes pratos da culinária mundial e combinar com vários ambientes e situações”, conta a proprietária do Clube do Alambique, Ariana Gomes de Souza.
Foi o desejo de levar a cachaça aos diferentes públicos, e ao mesmo tempo mostrar que também é uma bebida feminina, que motivou a criação da Confraria Feminina da Cachaça. A ideia é que o evento se torne um ponto de encontro de pessoas de atividades totalmente diferentes em um ambiente descontraído. “Queremos dar a oportunidade de as pessoas se conhecerem e visitarem bares e restaurantes ainda desconhecidos. O grande atrativo do evento é o tema inusitado, a cachaça”, conclui Ariana.
Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), é produzido cerca de 1,2 bilhão de litros de cachaça no Brasil anualmente. Em 2012, pouco mais de 8 milhões de litros foram exportados, aproximadamente 0,66% do total. Os produtores esperam que o reconhecimento da cachaça como bebida exclusivamente brasileira por parte dos EUA, no último ano, impulsione as exportações do destilado da cana-de-açúcar.
A Confraria Feminina da Cachaça é aberta para homens e mulheres e trará uma seleção de petiscos, caldinho de feijão,linguiça flambada na cachaça, caipirinha e degustação das cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique em todo o país.
O evento será na próxima quinta-feira, 10 de outubro, às 19h30, no Elídio Bar da Mooca. O investimento é de R$ 48,00.

Sobre o Clube do Alambique
A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.
Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.
Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.
Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.
Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!


Sobre o Elídio Bar
Um endereço dos mais premiados e respeitados por sua tradição, une o ótimo chope a uma excelente gastronomia. O Elídio Bar é o histórico endereço da Mooca, fundado em 1959 pelo neto de italianos, o saudoso Elídio Raimondi, que nos deixou em 2012, e que inspirou toda a geração de botecos chiques que em São Paulo são mais de cinco centenas. Hoje, o Elídio Bar é administrado pelas três filhas de ElídioRaimondi, que prosseguem orgulhosamente este legado e missão ao comemorar os 457 anos do bairro.

Serviço
6ª Confraria Feminina de Cachaça
Data: quinta-feira, 10 de outubro, às 19h30
Local: Elídio Bar –Rua Isabel Dias, 57, Mooca – São Paulo (SP)
Investimento: R$48,00
Inscrições: (11) 4195-3813 / confraria.feminina@clubedoalambique.com.br

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Clube do Alambique chega a Brasília para fomentar a disseminação da cultura da cachaça


Empresa promove a troca de informações e experiências sobre o destilado nacional


Produto reconhecidamente brasileiro, a cachaça tem se tornado, cada vez mais, sinônimo de boas oportunidades dentro e fora do país. Os produtores esperam que a Copa do Mundo de 2014 represente o mesmo que a edição de 1986 foi para o México. O Mundial marcou o reconhecimento internacional da tequila como bebida tipicamente mexicana. Ampliando sua atuação na disseminação da cachaça, o Clube do Alambique chega a Brasília e ratifica o trabalho já reconhecido em São Paulo.

A despeito do preconceito ainda existente com relação ao destilado nacional, o produto nunca esteve tão em alta. Hoje, a bebida é saboreada no Brasil e no mundo por pessoas de diferentes classes sociais e poder aquisitivo. Os apreciadores exigentes descobriram o prazer de degustar uma boa cachaça.

É pensando neste novo panorama que o Clube do Alambique viaja o Brasil e seleciona, por meio de pesquisa e avaliação, cachaças de excelência de diversos produtores.

Segundo Ariana Gomes de Souza, proprietária do Clube do Alambique, Brasília possui um mercado estratégico para promoção da bebida nacional. “Estávamos estudando a possibilidade de implementar nosso trabalho em vários Estados, em especial os que receberão a Copa do Mundo. Percebemos que a capital nacional possui poucos rótulos na maioria dos estabelecimentos, queremos divulgar as cachaças selecionadas pelo país e fazer com que outros brasileiros conheçam a grande diversidade e qualidade da bebida nacional”, conta. A empresária lembra, ainda, que a chegada à capital federal coincide com o Dia Nacional da Cachaça, celebrado em 13 de setembro. "É uma oportunidade para brindarmos a data, marcando nossa presença na região".

Entre as iniciativas de promoção da bebida brasileira, o Clube faz parcerias com bares, restaurantes e empórios promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Oferece ainda dicas sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos, os elementos da análise sensorial da cachaça e seu uso na culinária e em drinques.

“Contamos também com carta de cachaça em inglês e português, de modo a unir diversos públicos – leigos e apreciadores –, temos ainda a proposta de fazer um trabalho de disseminação, promovendo a venda contínua da bebida dos pequenos produtores que têm dificuldades comerciais e de divulgação da cultura da mesma”, comenta Ariana.

Segundo dados do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), são produzidos cerca de 1,2 bilhão de litros de cachaça no Brasil anualmente. Em 2012, pouco mais de 8 milhões de litros foram exportados, aproximadamente 0,66% do total. Os produtores esperam que o reconhecimento da cachaça como bebida exclusivamente brasileira por parte dos EUA no último ano, impulsione as exportações do destilado da cana-de-açúcar.


Sobre o Clube do Alambique

A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.


Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.

Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.

Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.

Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Clube do Alambique promove Confraria da Cachaça em Itaquaquecetuba

Parte da arrecadação será destinada para projetos sociais




Cachaça tem sabor, qualidade e importância para ser a bebida do planeta. É com isso em mente que o Clube do Alambique trabalha na disseminação da cultura e apreciação do destilado típico de nosso país. Comprovando que a bebida é para todos, a empresa organiza, em 6 de julho, a Confraria da Cachaça, em parceria com o Museu da Cachaça Roda D’Água.

“Nosso propósito é mostrar que a cachaça combina com diferentes tipos de ambientes e pratos da culinária mundial, disseminando a cultura e a apreciação de nossa bebida”, conta a proprietária do Clube do Alambique, Ariana Gomes de Souza.

A ideia do evento é reunir desde especialistas até leigos no assunto, promovendo a troca de informações, experiências e sensações relacionadas à cachaça. Além de apresentar o universo do destilado aos diferentes públicos, a confraria também trará informações sobre harmonização da bebida com diferentes tipos de pratos e seu uso na culinária e em drinques e ainda apresentará os elementos da análise sensorial da cachaça. Por se tratar de uma bebida complexa, visão, olfato e paladar devem ser utilizados em sua apreciação.

Parte da arrecadação será destinada para a Casa da Criança Zenaide de Souza Lima e APAE de Itaquaquecetuba. Agasalhos e cobertores em bom estado também serão aceitos para doação.

Segundo Ariana Gomes, ainda falta o brasileiro reconhecer a qualidade da bebida nacional. “O mundo inteiro já descobriu o valor da cachaça, usando-a em coquetéis e na gastronomia, muito além da caipirinha”, conclui.

As melhores cachaças do Brasil poderão ser degustadas em um almoço com o cardápio especial de costela grill, refrigerantes, caipirinhas, drinks e água.

O evento é realizado em parceria com o Museu da Cachaça de São Paulo, localizado em Itaquaquecetuba, no Alto do Tietê. Inaugurado em 21 de setembro de 2012, é resultado da união de duas coleções particulares que somam mais de 2.800 rótulos de cachaças e mais de 500 miniaturas, em prateleiras dispostas em forma de chalé sapê. O Clube do Alambique colabora com o aumento dos rótulos solicitando aos produtores uma amostra para doação, que fica em exposição no museu.


A Confraria de Cachaça de Itaquaquecetuba acontecerá em 6 de julho, das 11h30 às 16h, no Museu da Cachaça Roda D’Água. O investimento é de R$ 45.


Sobre o Clube do Alambique

A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.

Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006 com a plantação do canavial e construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.

Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.

Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira, oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo Brasil.

Com objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundam em 23 de julho de 2010 a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA, e AMIGOS!


Confraria da Cachaça

Data: sábado, 6 de julho, das 11h30 às 16h
Local: Museu da Cachaça Roda D’Água – Estrada do Pinheirinho, 2036 – Itaquaquecetuba, - SP
Investimento: R$45,00
Convites: (11) 4195-3813/ confraria.cachaca@clubedoalambique.com.br

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Clube do Alambique no SESC Pinheiros


Neste mês, o Clube participou de uma série de eventos sobre a cachaça no SESC Pinheiros, na cidade de São Paulo.

Ariana Gomes de Souza, do Clube do Alambique, e a renomada chef Elzinha Nunes, do restaurante Dona Lucinha, mostraram um pouco da história e universo da bebida aos participantes do evento.

Quem conferiu a palestra pôde anotar as preciosas dicas de como utilizar a bebida no preparo de diferentes pratos, além de sua harmonização desde a entrada até o cafezinho e a sobremesa, passando, é claro, pelo prato principal.

O evento também contou com a ilustre presença de nossas cachaças selecionadas e parceiras: Sanhaçu e Gogó da Ema.

A programação do Sesc Pinheiros com a temática "Cachaça: Um Bem Brasileiro" teve degustações, palestras e workshops de receitas gratuitos. Além da participação de Ariana e Elzinha Nunes, o evento contou com a palestra "História da Cachaça", ministrada pelo chef Maurício Maia, seguida de uma degustação. Maia também comandou, no dia 16, a harmonização "Comida de boteco e cachaça".

A Virada Cultural também foi tema do ciclo, com participação de Bel Coelho no evento "Fogão cultural", desenvolvendo uma receita que tem a bebida como ingrediente principal.

Confira algumas fotos!



















Com informações da Folha de S. Paulo


terça-feira, 9 de abril de 2013

Confraria Feminina de Cachaça no Restaurante Dona Lucinha


Na última sexta-feira (05/04) estivemos no Restaurante Dona Lucinha, em São Paulo, com a Confraria Feminina de Cachaça.

Além de amigos, convidados, clientes e apreciadores da bebida, fomos brindados com a sempre excelente culinária do tradicional restaurante mineiro comandando pela amiga Elzinha Nunes.

Já está esperando pela próxima Confraria e quer conferir outras fotos do nosso encontro, acesse o link - http://goo.gl/gnFMf







terça-feira, 2 de abril de 2013

Restaurante Dona Lucinha recebe Confraria Feminina de Cachaça


 Evento é aberto para homens e mulheres

 A cozinha mineira é uma das grandes referências de brasilidade, e a cachaça traduz e leva o aroma do nosso país às mesas mais requintadas do mundo todo. É reunindo esses dois elementos de nossa cultura que o Clube do Alambique promove mais um encontro da Confraria Feminina de Cachaça, no restaurante Dona Lucinha, em São Paulo.
Além de apresentar o universo do destilado, a confraria contará com informações sobre a história e as características da bebida, sua produção, harmonização com diferentes tipos de pratos e seu uso na culinária e em drinques.
“Nosso propósito é mostrar que a cachaça combina com diferentes tipos de ambientes e pratos da culinária mundial, disseminando a cultura e a apreciação de nossa bebida”, conta a proprietária do Clube do Alambique, Ariana Gomes de Souza.
Foi o desejo de levar a cachaça aos diferentes públicos, e ao mesmo tempo mostrar que também é uma bebida feminina, que uniu o Clube do Alambique a Elzinha Nunes. “A bebida nacional tem quebrado diversos tabus e hoje está nas mesas do mundo todo”, comenta a chef do Dona Lucinha.
Apesar do preconceito ainda existente com relação ao destilado nacional, o produto nunca esteve tão em alta. Hoje, a bebida é saboreada no Brasil e no mundo por pessoas de diferentes classes sociais e poder aquisitivo. Os apreciadores exigentes descobriram o prazer de degustar uma boa cachaça.
Para o próximo encontro, o tema escolhido para o debate foi a Nova Lei Seca. “Nosso trabalho é de divulgação da cultura da bebida aliada ao seu consumo sustentável e consciente, por isso resolvemos tratar de um assunto tão importante e polêmico. Estamos incentivando os participantes a levarem a cachaça para ser consumida em casa”, conclui Ariana de Souza.
A Confraria Feminina de Cachaça é aberta para homens e mulheres e trará uma seleção de petiscos como caldinho de feijão, canjiquinha com torresmo, bolinho de mandioca com queijo serro, pão de queijo, anguzinho com ragu de rabada, tropeirinho com linguiça e lombo e docinho Romeu e Julieta.
O evento será em 5 de abril, sexta-feira, às 19h, no restaurante Dona Lucinha. O investimento é de R$ 55,00. Com um acréscimo de R$5,00, o participante leva uma cachaça para consumir em casa.

Sobre o Clube do Alambique
A história da empresa tem origem nos anseios do senhor Adelmo Francisco Silva, homem simples e empreendedor, que transformou as terras de sua família numa propriedade fértil, gerando retorno e sustento.
Sua neta Ariana acompanhou as pesquisas, viagens e projetos que originou o seu último empreendimento, iniciado em 2006, com a plantação do canavial e a construção de um alambique de excelência. Em 2008, produziu a primeira safra de uma bebida típica brasileira, reconhecida e apreciada internacionalmente: a cachaça.
Em 2009, com a partida prematura do patriarca, a neta abraçou o sonho do avô, fez o curso de mestre alambiqueiro e iniciou sua caminhada no mundo da cultura da cachaça.
Ariana uniu-se à irmã Anita Flávia e fundou o Clube do Alambique, com o propósito de disseminar a cultura da apreciação do destilado, promover o encontro de produtores, especialistas e apreciadores da bebida brasileira e oferecer safras com alta qualidade, selecionadas em todo o Brasil.
Com o objetivo de comercializar as cachaças selecionadas pelo Clube do Alambique, as irmãs fundaram, em 23 de julho de 2010, a empresa Três Paixões do Brasil, selando no nome as três grandes paixões que o querido avô Adelmo cultivou: VIDA, FAMÍLIA e AMIGOS!

Serviço
Confraria Feminina de Cachaça
Data: sexta-feira, 5 de abril, às 19h
Local: Restaurante Dona Lucinha - Av. Chibarás, 399, Moema - São Paulo (SP)
Investimento: R$ 55,00, bebidas não inclusas.
Inscrições: (11) 4195-3813 / confraria.feminina@clubedoalambique.com.br

quarta-feira, 13 de março de 2013

Clube do Alambique no Jornal DCI


Na última semana publicamos aqui um texto mostrando porque cachaça é sim, bebida de mulher

Quer mais um prova? Clube do Alambique foi destaque no caderno Shopping News, do Jornal DCI e no portal Panorama Brasil. Confira abaixo a matéria. 



Mulheres aderem a novos hábitos para sair da rotina 

Além da tradicional visita semanal nos salões de beleza ou aos shoppings para cuidar do visual e não deixar a vaidade de lado, a classe feminina tem apostado em novos costumes 


As mulheres, definitivamente, passaram a ocupar um espaço maior no mercado de trabalho. O fato não é novidade e a cada ano os estudos apontam novas evoluções. De acordo com dados da pesquisa “O Trabalho das Mulheres, Mudanças e Permanências”, divulgados na última quarta-feira (6), pela Fundação Seade, centro de análises econômicas e pesquisas do governo do Estado de São Paulo, só na região metropolitana, a presença das mulheres no mercado de trabalho aumentou de 55,4% em 2011, para 56,1% em 2012, enquanto a taxa de desemprego ficou estável em 12,5%. A pesquisa ainda mostra que a criação de postos de trabalho entre elas foi de 1,8%, enquanto que entre os homens foi 0,6%.

Diante dessa mudança no campo profissional, as mulheres também passaram a ter novos hábitos.

Além da tradicional visita semanal nos salões de beleza ou aos shoppings para cuidar do visual e não deixar a vaidade de lado, a classe feminina tem apostado em costumes que antes eram praticados só por eles, os homens.

Apesar de muitas assumirem que sofreram preconceito por adotarem hábitos masculinos, elas não desistem de suas “válvulas de escape” para fugir do estresse, relaxar e reunir as amigas aos chamados “clubes da luluzinha” que, atualmente, não se encontram apenas para trocar as receitas de bolos ou falar sobre os filhos, mas sim para degustar um bom charuto cubano, uma cachaça artesanal, ou até mesmo assistir a uma partida de futebol na arquibancada do estádio para torcer pelo clube do coração.

O Shopping News conversou com algumas dessas mulheres, que decidiram não dar ouvidos às críticas e adotaram os hábitos masculinos, porém, sem perder a delicadeza e o toque de feminilidade. Confira: 

3 mulheres e um desejo: a cachaça
Mesmo com preconceito masculino, Ariana Gomes, de 26 anos, nunca desistiu do sonho de ser especialista em degustação de cachaça. Uma das donas do Clube do Alambique, mestre alambiqueiro, ela começou a se apaixonar pela bebida por influência do avô, que tinha uma fazenda onde mantinha a produção da bebida. Viajou pelo Brasil para conhecer mais sobre o assunto e, desde então, faz cursos para se especializar cada vez mais no tema. 

Ela e sua irmã, Anita Flávia, de 20 anos, antes de abrirem a empresa Três Paixões do Brasil, sofreram muito preconceito dos homens, que não queriam mulheres em um ramo predominantemente masculino. Anita explica que até na hora de registrar a empresa, elas tiveram dificuldades.

“Quando fomos registrar a empresa, a Receita Federal não acreditava que as mulheres iriam trabalhar com cachaça, eles achavam que era um laranja e fariam algo irregular. A própria fiscalização demorou para dar nosso registro, pois não viam sentido duas mulheres trabalhando com cachaça no mercado”, afirmou a caçula.

A ideia de formar a Confraria Feminina surgiu após uma reunião com a empresária e chef de cozinha do restaurante Dona Lucinha, Elzinha Nunes. Ela por utilizar a cachaça na maioria dos pratos que elabora, e após expor sua ideia para as irmãs, elas idealizaram um projeto e no dia seguinte a reunião, acertaram os detalhes para iniciar a divulgação e hoje a Confraria é bimestral.

Por mais que a cachaça seja uma bebida tipicamente brasileira, ela ainda sofre com o preconceito, mas é reconhecida no mercado internacional, com índices de consumo e apreciação em países europeus.

“Por mais que o mercado nacional tenha mulheres que apreciam a bebida, a cachaça sofre com preconceito, tanto que as pessoas não tem costume de oferecer a bebida em suas recepções”, explica Ariana Gomes que fala sobre o diferencial do seu clube em relação aos outros no mercado.

“O nosso diferencial hoje é a harmonização. Nós procuramos ensinar os apreciadores da bebida, que a degustem devagar além de aproveitar seus toques com união de prová-la juntamente com uma boa elaboração gastronômica. Também destaque para a utilização da bebida na elaboração de drinques”, completou a dona do Clube do Alambique.

Produtoras de cachaça, as irmãs comemoram o fato de um dos rótulos produzidos, a Cortarelli estar entre as cachaças que passarão ser comercializadas em bares e restaurantes.

“O clube do Alambique passa um conceito de uma associação nacional, mas ainda temos muito trabalho para fazer, temos um planejamento estratégico com vários projetos e sabemos aonde queremos chegar. E queremos expandir nossas fronteiras para outros estados”, afirmou Ana Flávia, mentora de Ariana Gomes e Anita Flávia no projeto do Clube do Alambique que finaliza que “abrirão filiais pelo Brasil para disseminar a cultura da cachaça”.


Fonte: Panorama Brasil 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Cachaça é "Bebida de Mulher"


Você ainda acha que cachaça é algo do universo masculino? Pois está na hora de repensar algumas coisas!

Já faz um bom tempo que nossa bebida conquistou diferentes públicos, ambientes e apreciadores cada vez mais sofisticados.

Mais: as mulheres, com sua sensibilidade extra, degustam, sentem e reconhecem bem melhor os distintos aromas e sabores da cachaça. Elas apreciam cada nuance do processo de produção, fermentação e envelhecimento por meio do paladar mais apurado.

Quer mais provas? Elas são criativas e adoram inovar! Com isso, buscam cada vez mais novos prazeres aliados aos diferentes pratos harmonizados com cachaças distintas.

"Uma mulher pode ficar charmosa bebendo cachaça" foi a frase dita por um jornalista carioca ao terminar de fazer uma reportagem com a cachacière Fernanda Nepomuceno. Aliás, cachacière é um termo específico para elas.

Em texto publicado no Mapa da Cachaça, Gabriela Barreto busca no início da história de nosso país mais provas de que cachaça é sim, bebida de mulher! “Não é de hoje que as mulheres estão envolvidas com cachaça. Em Minas Gerais, nos tempos de um Brasil colonial, muitos alambiques foram fundados por mulheres que encontravam no destilado uma alternativa de ganhar dinheiro enquanto seus maridos trabalhavam nas minas. Ainda hoje, percebemos que diversas cachaças são produzidas por mulheres”.

Foi por perceber que as mulheres estão dominando o mercado de cachaça que Ariana Gomes de Souza, do Clube do Alambique e a Chef de cozinha Elzinha Nunes se uniram e criaram a Confraria Feminina da Cachaça. “O propósito da Confraria é disseminar a cultura da apreciação da bebida, quebrando vários tabus ao mesmo tempo, mostrando que não é só ‘bebida de homem’ e que pode sim combinar com o universo feminino e ambientes requintados”, comenta.

Confira matéria do Programa Hoje Tem, da TV Gazeta sobre o evento.




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Análise Sensorial da Cachaça


Continuando a série de vídeos do Clube do Alambique, apresentamos desta vez nossas dicas para a análise sensorial da cachaça.

No novo vídeo, Ariana Gomes de Souza ensina como fazer a análise e escolher uma boa caninha. Por se tratar de uma bebida complexa, visão, olfato e paladar devem ser utilizados na apreciação do destilado 100% brasileiro!

Quer mais? Separamos algumas outras dicas para levar em conta na hora de comprar e avaliar sua caninha. Sempre lembrando que degustar não é se embebedar! É apreciar o prazer que a bebida proporciona e aguçar os nossos diferentes sentidos. Boa degustação!





Aparência 

A análise sensorial de uma cachaça começa na prateleira do supermercado. O consumidor, não conhecendo ainda os atributos de aroma, sua opção inicial baseia-se na aparência do produto, tais como: embalagem, formato, rótulo e contra-rótulo, fechamento e conteúdo do rótulo. Nesta observação é fundamental que a garrafa seja transparente, para verificar se a cachaça tem a aparência limpa, brilhante e translúcida

Oleosidade 

Virando e girando o copo, de modo a levar a cachaça até as suas bordas, deve-se constatar uma película oleosa em torno das paredes internas, que escorre formando ondulações. O tempo de persistência maior dessas ondulações é indicação de qualidade. Cachaças que não apresentam “oleosidade” escorrem rapidamente nas paredes do copo, semelhante à água. 

Cor da Cachaça 

Um aspecto importante é a cor. A cachaça branca dever ser transparente e brilhante; as turvas denotam defeitos de fabricação e qualidade inferior. Quando envelhecida em tonéis de madeira, a bebida adquire a cor amarelada ou rosada. As colorações amarronzadas e avermelhadas fogem do padrão tradicional do produto. 

Aroma 

O aroma pode conter três componentes: o primário é proveniente da cana-de-açúcar; o secundário é associado ao processo fermentativo e o terciário é desenvolvido por meio do envelhecimento ou armazenamento

Há quem diferencie os diferentes tipos de aroma em outras categorias, como alcoólico, frutal, ácido, adocicado e estranho:

a) Frutal: indica a presença de ésteres;

b) Alcoólico: não deve ser acentuado, de maneira a permitir a percepção dos demais aromas; 
c) Ácido (azedo): deve ser discreto; quando acentuado indica qualidade inferior; 
d) Adocicado: da mesma forma que o alcoólico e ácido, este aroma também não deve se destacar;
e) Estranho: os aromas estranhos, tais como: cheiro de madeira, ovo podre, couro, etc, alertam para a presença de substâncias indesejáveis no produto. 

A cachaça de qualidade tem aroma agradável, que envolve os aspectos frutado, alcoólico, ácido e adocicado de maneira equilibrada. A pungência ou ardência verificada na inalação não dever ser acentuada de maneira a irritar a mucosa nasal.


Paladar 
Para análise das características gustativas, coloca-se um gole na boca e com ele realiza-se movimentos para senti-la em todas as partes da língua e bochecha

Na ponta da língua identifica-se o paladar adocicado; nas laterais, a sensação de acidez e, em sua base, próximo à garganta, o amargo e, finalmente, na sua parte central, região táctil, as sensações de calor ou frescor.

Tanto em aroma quanto em paladar, o atributo frutal ou frutado é o mais adequado.

A cachaça ao ser ingerida deve “descer bem”, de modo suave, sem queimar, deixando uma sensação positiva de energia e calor.

Neste caso, recebe os atributos de redonda, macia, suave e lisa.


Fontes: Amigos da Cachaça e “Cachaça artesanal – do alambique à mesa”, de Atenéia Feijó e Engels Maciel